segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Como o mundo reage com um lançamento de videogame:




quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Hokuto Musou: Novo game de Fist of the North Star (em 2010)

-"Vem aqui que eu vou operar suas amídalas... com as mãos!"

Se você, como eu, adora a série Fist of the North Star (Hokuto No Ken, no Japão), vai adorar esta notícia. A Koei, fabricante de Dinasty Warriors, vai lançar um jogo neste estilo para a franquia criada por Buronson e Tetsuo Hara, de nome Hokuto Musou, para PS3 e Xbox 360. Sim, é isso mesmo que você está pensando: cabeças explodirão, manobras exuberantes serão exibidas, banhos de sangue e tripas, genocídio de inimigos que aparecem em quantidades industriais e tudo mais o que só as artes marciais lendárias e impossíveis permitem.

E em HD, ou seja, tire as crianças de perto!

Se alguém tem culpa por eu gostar tanto de Fallout 3, é esta série (que, por sua vez, influenciou diretamente Mad Max, e não o contrário). Gosto muito de jogos em cenários pós-apocalípticos (nem me pergunte de Borderlands... também estou ansioso), e este aqui foi o primeiro a me chamar a atenção. Quer dizer, não necessariamente este jogo aqui, mas a versão de NES dele.



Como você pode ver, os anos fizeram muito bem à velha versão de NES.

Aliás, há toda uma resistência puritana dos EUA em lançar os jogos da franquia Fist of the North Star por serem excessivamente violentos. Toda aquela sangueira iria ofender as famílias das criancinhas cristãs do Bible Belt. Por falar em "belt", Black Belt, de Master System, era, originalmente, um jogo desta série. Depois, no Genesis, Last Battle também. E os dois sofreram transformações agressivas por causa da censura, tornando-se jogos de kung fu genéricos meio duh. Nem preciso dizer que as versões japonesas são muito mais legais!

Entre os anos 90 e 2000, as produtoras que adquiriram direitos sobre a franquia tentaram de todas as formas transformar Fist of the North Star em tudo, menos em um jogo de luta. Fizeram RPGs, jogos FMV, jogos muito esquisitos e experimentais... tudo tranqueira, nada de jogo bom.

Foi apenas em 2007 que saiu um jogo à altura: Fist of the North Star - The Arcade Game. Este jogo usa a engine de Guilty Gear e é um fighting game muito bom, rápido, difícil, mas não era beeeem isso que os fãs esperavam. Cadê as cabeças explodindo? Cadê os montes de inimigos cercando o herói, até que o chefão venha?

O casamento da engine de Dinasty Warriors com o cenário de Fist of the North Star formam uma das misturas mais coerentes da história do videogame. Quem conhece o cenário e os jogos, sabe do que eu estou falando. Hokuto Musou tem tudo para ser um grande lançamento, só espero que não seja exclusivo do Japão, pois meu nihongô anda mais do que enferrujado...

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Dois relançamentos: Um quase arqueológico, outro apenas antigo.

Mais dois relançamentos! O que será que acontece com 2009? Estão desengavetando títulos bem antigos e alguns promovem gratas surpresas. O primeiro é Archon, que sai para PC e iPhone. Joguei esta belezinha em um Apple II, há uns bons 20 anos. Archon é um híbrido de jogo de xadrez e jogo de ação. Quando você vai "comer" a peça do adversário, movendo a sua para a casa onde ela se encontra, os dois saem na porrada. Só que o resultado desta luta, que é jogada por você, é que determina quem é que fica com a casa disputada. Existe o lado da luz e o lado das trevas, cada um com personagens exclusivos e poderes próprios. A nova versão vai ter suporte para até 4 jogadores e sabe-se lá quantas mais inovações bolaram em quase 25 anos, desde o lançamento do original.





O outro, menos antigo, é Beneath a Stell Sky, um adventure point-and-click no estilo dos jogos da LucasArts (Monkey Island, Indiana Jones), que eu joguei no Amiga, nos idos de 95-96. O jogo é uma história cyberpunk onde Robert Foster, um órfão que, após um acidente aéreo, foi adotado por arborígenes, aprende a sobreviver e vai se aventurar em uma Austrália futurista e distópica, tendo por amigo Joey, um andróide pessimista, sarcástico e reclamão. O jogo tem pitadas de humor, típicas dos adventures point-and-click, e conta com a arte de Dave Gibbons (co-produziu o premiadíssimo quadrinho Watchmen).



O legal é que Joey, o Andróide, após o segundo acidente aéro, é quase que totalmente destruído, sobrando apenas uma placa de circuito onde fica a "consciência" do robô. Isso permite que Robert insira a placa em outros robôs, fazendo com que Joey "troque de corpo" e, com isso, adquira novas habilidades. Joey nem sempre concorda com o corpo novo, o que gera um monte de piadas durante o jogo.

Beneath a Steel Sky sai para iPhone e iPod Touch por enquanto.

domingo, 20 de setembro de 2009

Mais Thexder NEO - Primeiro vídeo

Estamos entrando em uma época interessante. Com jogos como Trine, Shadow Complex , Dust: An Elysiam Tale e Bionic Commando Rearmed, parece que os fabricantes descobriram que ainda há muito o que se explorar na orientação 2D clássica. Da década de 90 em diante, foi como se uma lei não-escrita obrigasse todos os fabricantes a transformar seus jogos em 3D, muitos títulos horríveis e conversões ridículas surgiram, e levou-se 10 anos para corrigir tal erro.

Agora mais um título foi salvo da conversão 3D porca. Saiu o primeiro vídeo de Thexder NEO e sim, ele é uma versão fiel do jogo antigo! Não transformaram o jogo em um Armored Core, ele é apenas e tão somente o velho e bom Thexder com roupagem atual. Detalhe para a trilha sonora.



A versão é de PSP, e sinceramente espero que as outras sejam iguais.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Thexder NEO (PSN / PSP)

Se você está na casa dos 30, provavelmente já viu este jogo. Era um robozinho que se transformava em uma nave, andando por um labirinto, com um laser teleguiado e um campo-de-força. Thexder fez muito sucesso nos tempos do MSX (sua melhor versão), mas também houveram versões para várias plataformas da mesma idade (ou mais novas). Lembro de ter jogado no NES também (fraquinha, mas divertida) e no Apple II GS de um amigo (argh! horrível!).

Thexder teve uma continuação excelente, de nome Fire Hawk - Thexder, the Second Contact, exclusiva para MSX (e, mais tarde, para PC). O jogo ficou muito mais complexo, já usava som FM e tinha várias armas e labirintos bem maiores e mais difíceis, porém, ficou restrito aos usuários de MSX2, que não era uma plataforma "mainstream" da época.

Eis que, 24 anos depois (mais velho que muito gamer de hoje em dia) o jogo ganha uma continuação prometida para PS3 (via PSN) e PSP de nome Thexder NEO. Sei lá o que a Game Arts (que não, não morreu!) e a Square/Enix vão fazer, mas para nós, da liga geriátrica de diversões eletrônicas, já é uma excelente notícia. Espero que eles peguem elementos tanto da versão original quanto do Fire Hawk, que também era um excelente jogo.

Será que, finalmente, esses caras vão assumir a crise criativa e vão começar a olhar para trás e reutilizar os títulos excelentes do passado nas plataformas atuais? Espero que sim.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Deus, me dá uma perna nova...


quarta-feira, 12 de agosto de 2009

EA quer fazer remake de Syndicate


Essa é meio velha, mas eu só fui ficar sabendo hoje: A EA está caçando antigos títulos da Bullfrog, fabricante de games que fez muito sucesso na década de 90, de onde saiu Peter Molineux, no intuito de fazer remakes para os consoles atuais.

E isso quer dizer que, finalmente, pode sair um remake de Syndicate!

Apenas apra explicar, acho que Syndicate foi uma das coisas que eu mais joguei em um computador (um Amiga 1200 na época). É um jogo em um cenário cyberpunk, onde você é uma grande corporação e existem outras rivais, e há uma guerra sendo travada no meio das cidades. Você controla um grupo de andróides, vai equipando eles com próteses biônicas novas, armas, blindagens, etc, e as missões vão desde capturar cientistas das outras empresas, até hackear o sistema deles e estragar os bancos-de-dados. O jogo funciona mais ou menos como um misto de RTS e "War".


Cada missão bem-sucedida te dá um território a mais no mapa e perder ou ganhar um território abre novas missões. Além da estratégia comum dos RTS, é preciso planejar o desenvolvimento das tecnologias, qual missão fazer primeiro, qual corporação atacar primeiro, etc. É um jogo longo e bem interessante. Isso, com a tecnologia de hoje e a possibilidade de jogar online (que na época era impossível), deixa o jogo, no mínimo, muito mais interessante.